Darwin encontra em Issei Suda um Japão estranho: festivais, ruas, gestos e corpos comuns suspensos entre o documento e a aparição. Depois de fotografar o teatro experimental de Shūji Terayama, Suda voltou-se para a vida quotidiana, conservando nela algo de teatral e inquietante. Fushi Kaden continua a ser central. Ao lado de Moriyama, embora mais silencioso e enigmático, Suda liga os fotolivros japoneses de Darwin a arquivos repetidamente redescobertos, reordenados e materialmente reavivados por Akio Nagasawa.