JAPÃO
No Arquivo de Cartazes, o Japão não é um género, mas uma recorrência. ピンク映画 (Pinku eiga), adaptações de manga, a violência calibrada de 北野武 (Takeshi Kitano), futuros especulativos - tudo regressa à lógica da 木版画 (mokuhanga): planos lisos, ma carregado, o corpo como emblema. Privilegiamos esta oscilação entre a memória do 浮世絵 (ukiyo-e) e a modernidade néon. Erotismo, catástrofe, contenção. O papel transporta tanto o ritual como a aceleração.